Mais da metade dos moradores de FRG vive em união conjugal, aponta Censo 2022

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Dados do IBGE, levantados pelo G1, mostram que 57% da população de Fazenda Rio Grande vive com cônjuge ou companheiro; levantamento revela retrato das relações familiares no município.

Os novos dados do Censo Demográfico 2022, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (5), mostram que a maioria dos moradores de Fazenda Rio Grande vive em união conjugal.

De acordo com o levantamento, 71.613 pessoas vivem com cônjuge ou companheiro, o que representa 57% da população local. Outras 53.671 pessoas (43%) afirmaram não viver em união conjugal, incluindo solteiros, separados e viúvos.

Os números foram divulgados em um mapa interativo do G1, que detalha o percentual de pessoas em união conjugal em cada cidade brasileira. O levantamento faz parte da nova etapa do Censo, que aborda temas como nupcialidade e estrutura familiar no país.

Cenário local reflete tendência nacional

Assim como ocorre em grande parte do Brasil, Fazenda Rio Grande segue a tendência de predominância das uniões conjugais.

Imagem: G1 / Reprodução

O dado indica que mais da metade da população adulta do município mantém algum tipo de vínculo afetivo estável — seja casamento civil, religioso ou união estável.

Em uma cidade que ultrapassa 160 mil habitantes, o índice reforça a importância de políticas públicas voltadas às famílias, principalmente nas áreas de habitação, educação, saúde e assistência social.

Esses dados ajudam o poder público a compreender melhor o perfil social dos moradores e a planejar programas voltados à qualidade de vida e ao fortalecimento dos lares.

Brasil também tem maioria vivendo em união

Em todo o país, o Censo 2022 mostra que mais de 50% da população com 15 anos ou mais vive em união conjugal. No entanto, o número de pessoas solteiras ou que vivem sozinhas vem crescendo, refletindo mudanças no comportamento social e nos arranjos familiares.

O IBGE destaca que o estudo sobre nupcialidade e família é fundamental para entender as transformações na estrutura da sociedade brasileira, especialmente nas últimas décadas, marcadas por novos formatos de convivência.

Da Redação às 11h12

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