Com 102 casos confirmados, Fazenda Rio Grande registra primeira morte por síndrome respiratória grave em 2026

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Fazenda Rio Grande registrou o primeiro óbito por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em 2026, segundo boletim divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde na última quinta-feira (12). O município contabiliza 102 casos confirmados da doença neste ano e uma morte relacionada à síndrome.

De acordo com o levantamento, houve aumento de 47,8% nos casos confirmados em um período de 28 dias, passando de 69 para 102 registros. Apesar do crescimento recente, o número permanece praticamente estável em comparação com o mesmo período de 2025, quando foram registrados 103 casos.

O boletim aponta que a vítima foi uma mulher de 33 anos. O óbito foi associado ao vírus Influenza A (H1N1), e a paciente não possuía registro de vacinação contra a gripe.

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Os dados também mostram que os casos se concentram principalmente nas faixas etárias de 3 a 5 anos, 60 a 79 anos e 6 a 12 anos. Entre os pacientes diagnosticados, 58,8% são do sexo masculino.

Em relação às comorbidades, a asma aparece como a condição mais frequente entre os casos registrados, seguida por pneumopatias, diabetes, doenças cardiovasculares crônicas e doenças neurológicas crônicas.

No Paraná, o cenário também preocupa. O estado soma 10.119 casos confirmados de SRAG e 441 óbitos em 2026. Em comparação com o boletim anterior, houve aumento de 51,4% nos casos e de 56,9% nas mortes.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça a importância da vacinação contra a influenza e orienta a população a procurar atendimento médico diante de sinais de agravamento, como dificuldade para respirar, dor no peito, febre persistente e coloração azulada nos lábios ou extremidades.

Da Redação às 12h41

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