Suspeitos de jogar motorista de aplicativo da ponte do Rio Iguaçu ganham liberdade provisória com tornozeleira eletrônica
Foto: Banda B / Marcelo Borges
A Justiça concedeu liberdade provisória a Pablo Amorim da Silva e Renan Covalski Martins Lima, investigados por participação no assalto a um motorista de aplicativo que foi brutalmente agredido e arremessado da Ponte do Rio Iguaçu. A decisão judicial, proferida neste sábado (28), determina que ambos respondam ao processo em liberdade, sob monitoramento por tornozeleira eletrônica durante 90 dias. As informações são da Banda B.
Segundo a defesa, a soltura foi motivada pela colaboração dos suspeitos com as investigações. A advogada Dany Mulinari afirmou que os dois se apresentaram voluntariamente à polícia, entregaram a arma utilizada no crime e prestaram informações relevantes para a conclusão do inquérito. Por conta disso, não foi solicitada prisão preventiva.
O crime, que ocorreu no dia 3 deste mês, causou comoção na região metropolitana de Curitiba. A vítima foi sequestrada, agredida com coronhadas até desmaiar e jogada de uma ponte sobre o Rio Iguaçu, entre Curitiba e Fazenda Rio Grande. O motorista passou a madrugada ilhado, até ser resgatado com sinais de hipotermia pelo Corpo de Bombeiros após gritar por socorro.

Além de Pablo e Renan, outros suspeitos estão sendo investigados, entre eles dois adolescentes. A Polícia Civil apura os crimes de tentativa de latrocínio (roubo seguido de morte), extorsão e corrupção de menores. Imagens de câmeras de segurança mostram os envolvidos utilizando os cartões da vítima em compras, o que reforça a gravidade do caso.
Da Redação às 14h13





